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Manual de Orientação aos Consumidores do CODI
 
 

(Comitê de Distribuição de Energia Elétrica)

Os consumidores de energia elétrica, geralmente não associam os gastos causados por problemas como: queima de lâmpadas, reatores, motores, placas eletrônicas, alterações no funcionamento de máquinas e equipamentos de precisão, aos custos de energia elétrica.


 A frequência de 60/50 Hz gera os campos eletromagnéticos necessários para o funcionamento de motor com um determinado consumo de corrente. As frequências indesejadas também vão gerar correntes parasitas que nos campos eletromagnéticos neste motor e irão desperdiçar energia.


 Os picos de tensão e descargas elétricas surgem instantaneamente, provocando danos às instalações elétricas. Além dessas frequências de alta intensidade, existem interferências externas, frequências parasitas como: AM, FM, celulares e rádio amador entre outras que geram campos eletromagnéticos consumindo pequenas correntes elétricas e causando maior consumo de energia.


 A energia reativa, assim como a ativa, apresenta, além dos 60/50 Hz, frequências indesejadas. Enquanto a potência ativa é sempre consumida na execução de trabalhos, a potência reativa, além de não produzir trabalho, circula entre a carga e a fonte de alimentação, ocupando um "espaço" no sistema elétrico que seria utilizado para fornecer mais energia ativa.


 O controle apurado do uso de energia reativa é mais uma medida adotada pelo DNAEE, visando estimular o consumidor a melhorar o fator de potência de suas instalações elétricas, com benefícios tanto para o próprio consumidor, através da redução de perdas e melhor desempenho de suas instalações, como também para o setor elétrico nacional, pela melhoria das condições operacionais e liberação do sistema para atendimento a novas cargas com investimentos menores.


 Alguns equipamentos, comuns em instalações elétricas, como retificadores, inversores, lâmpadas fluorescentes, transformadores e outros, produzem alterações na forma da corrente elétrica, denominadas distorções harmônicas. Essas distorções provocam superaquecimento e aumento de perdas em máquinas rotativas, diminuem a vida útil dos equipamentos, alteram as características de operação dos relés de proteção e geram interferências nos equipamentos de comunicação.


 As perdas de energia elétrica ocorrem em forma de calor e são proporcionais ao quadrado da corrente total. Como essa corrente cresce com o excesso de energia reativa, estabelece-se uma relação direta entre o incremento das perdas e o baixo fator de potência, provocando o aumento do aquecimento de condutores e equipamentos.


 O aumento da corrente devido ao excesso reativo, leva a quedas de tensão acentuadas, podendo ocasionar a interrupção do fornecimento de energia elétrica e a sobrecarga em certos elementos da rede. Esse risco é sobretudo acentuado nos períodos em que a rede é mais solicitada. As quedas de tensão podem provocar ainda, diminuição da intensidade luminosa nas limpadas e aumento da corrente dos motores.